domingo, 30 de março de 2014

Trem com separação? kkkk




Fala Sério...
Outra crítica é que sou totalmente contra separar os vagões masculinos e femininos. Isto é uma forma absurda de discriminação e não deve ser aceita pelas pessoas. Até porque existem homens que acediam homens e mulheres que acediam mulheres. Parem de fugir da realidade e perder tempo com coisas idiotas e sem nexo e se preocupem com a saúde pública, com a educação, com o saneamento básico, com os famintos que vivem na rua, sem ter onde dormir, sem comida, sem dignidade. Estes governantes ficam perdendo tempo com Copa, com shows, com metro Rosa para as mulheres, enquanto o povo vive sob uma nuvem negra de desgraça e destruição. Antigamente todos eramos ignorantes e analfabéticos mas agora nós estamos estudando, nos informando e não tentem nos enganar com baboseiras, pois somos pobres e humildes, mas estamos longe, mas bem longe de sermos BURROS.

Estupro...




Eu tenho para mim que o estupro é um crime e não existe explicação e motivo pra ser cometido. , pois eu tenho as minhas próprias opiniões. Se a pessoa está de roupas curtas, compridas, indecentes não importa, elas devem ser respeitadas. Os loucos que cometem o estupro é que deviam se tratar e terem o devido castigo pelo que fazem. O fato de as pessoas não estarem vestidas adequadamente não leva estes monstros a atacarem as pessoas, porque eles ataca crianças também. Crianças inocentes que não merecem tal violência.

As coisas no face são piores que praga, tudo se espalha descabidamente, mas eu prefiro dizer o que eu realmente penso e não compartilho palavravas dos outros eu falo o que vem do coração.
"NÃO, AO ESTUPRO!"
Respeite seus semelhantes lunáticos, o corpo das pessoas são templos de Deus.

domingo, 19 de janeiro de 2014

Gravides na infância....



Pois então, minha gente... Deixem que seus filhos assistam e copiem "Malhação" e BBB. Achem bonitinho seus filhos fazendo passinhos de dança erotizados, como "quadradinho de 8", dentre muitos outros. Deixem criar perfis em Redes Sociais e deixem que fiquem à vontade, afinal, tem que ter privacidade... Não conversem com eles sobre essas coisas, afinal, é muito constrangedor, né? Não coloquem suas filhas no colo para contar histórias; mais tarde, elas ouvirão historinhas no colo dos outros. Nunca digam "Eu te amo" para eles: deixem que um pedófilo ou um malandro o façam por você. Aliás, nem conversem sobre Deus com eles. Pois é... agora desfrutem da infância precocemente destruída, e curtam ser avós aos trinta e poucos anos... ah, chorem e ponham a culpa no governo, na televisão, no Facebook, em tudo, menos em vocês. Tadinhos,são vítimas da sociedade... Aí, gritarão bem alto: "Meu Deus, por que comigo?" E finalmente Deus será lembrado.

 OBS: O importante aqui é lembrar que a conscientização ainda é o melhor caminho


Rolezinho

Burguesia e periferia....Contraste?

Depois da onda de protestos que tomou conta do Brasil em Junho, e à beira de várias manifestações contra o Mundial de futebol sob o lema “Não Vai Ter Copa”, a Presidente da República do Brasil, Dilma Rousseff, está agora a tentar gerir novos movimentos de massas, os "rolezinhos" – encontros organizados em centros comerciais por jovens através de redes sociais. "Rolezinho" é o diminutivo de "rolê", palavra que quer dizer "encontro", "passeio".
Numa página do Facebook de um rolezinho marcado para dia 25, um utilizador, Mário Rocha, descrevia: “Rolezinho é o flashmob de pobre. A principal diferença é logicamente a cor e a quantidade de dinheiro na conta bancária. A ideia é simples: nas redes sociais, jovens, que geralmente são negros, funkeiros e ‘favelados’, combinam um encontro dentro de algumshopping da cidade, e, estando lá, eles passeiam em grupos cantando suas músicas preferidas. Quando a classe média branca vê aquele mar de negros ‘invadindo’ o shopping, já pensam que são assaltantes, estupradores, ladrões...”
Até agora, os rolezinhos parecem ter envolvido sobretudo jovens das periferias de São Paulo – os media dizem que o primeiro desta onda foi a 7 de Dezembro no Shopping Metrô Itaquera, na Zona Leste da cidade, e terá juntado 6 mil pessoas. Mas relatos recentes dão conta de jovens universitários na organização e há inclusivamente páginas no Facebook com rolezinhos marcados para as próximas semanas administradas por utilizadores cujo perfil indica pertença a universidades brasileiras. Pilar de Freitas, 22 anos, uma das organizadoras do rolezinho no shopping Iguatemi do Lago Norte, em Brasília, no dia 25, é estudante de História na UniCEUB Centro Universitário de Brasília, e diz ao PÚBLICO que a administração do evento é composta por pessoas de todos os meios: “Tem gente da periferia, classe média, negro, branco, universitários e trabalhadores.” 
A polémica dos rolezinhos saltou com ainda mais intensidade para os jornais no fim-de-semana passado, depois de vários centros comerciais em São Paulo terem fechado as portas e controlado as entradas e saídas de jovens, tendo alguns conseguido que a Justiça os apoiasse e ameaçasse com uma multa de 10 mil reais a quem participasse.
No sábado, imagens de portas fechadas do shopping JK Iguatemi, em pleno centro da cidade, começaram a circular nas redes sociais e deram origem a críticas de que se estava perante um apartheid, pois os jovens participantes serão na maioria negros e de classe social baixa.
Houve lojistas a justificar as medidas com questões de segurança. A discussão tem sido acesa, porque há quem acuse os participantes de vandalismo e há quem defenda o seu direito a aceder aos espaços públicos, aproveitando ainda para criticar o Governo pela falta de investimento em espaços de lazer na periferia. De acordo com o Globo, apesar de queixas de que houve arrastão no primeiro rolezinho de Itaquera, “a administração negou a onda de furtos”; no segundo, no Shopping Internacional de Guarulhos, a 14 de Dezembro, também não houve registo de roubos, mas 22 pessoas foram levadas para uma delegacia; no rolezinho no Shopping Interlagos de 22 de Dezembro não houve igualmente registo de roubos.
Governantes preocupados
Os acontecimentos deste fim-de-semana tiveram repercussões políticas: três dias depois, Dilma, que enfrenta um ano de Mundial de futebol e de eleições em Outubro, convocou uma reunião com a sua equipa para abordar o tema; por outro lado, a própria ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros, trouxe o tema da discriminação dos jovens para o debate. "As manifestações são pacíficas. Os problemas são derivados da reacção de pessoas brancas que frequentam esses lugares e se assustam com a presença dos jovens", disse, citada pelo Folha de São Paulo, classificando a medida que permite aos lojistas impedir a entrada de jovens nos shoppings de “segregação racial". E criticou a polícia por associar os negros ao crime.
Já o secretário de Segurança Pública, Fernando Grella Vieira, defendeu o recurso à força – a Polícia Militar tem recorrido a balas de borracha e bombas de gás, houve um forte aparato policial e vários detidos. Entretanto, o prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, decidiu que se devia negociar com os organizadores dos eventos para os convencer a organizar rolezinhos em espaços públicos, em vez de o serem nos shoppings – o secretário municipal da Igualdade Racial, Netinho de Paula, ia enviar emissários a casa de alguns adolescentes para os convencer a dialogar com Haddad, noticiava o Folha.
Porém, a avaliar pela agenda dos próximos rolezinhos marcados nas redes sociais, o fenómeno não se restringe a São Paulo (estão previstos vários, pelo menos, em Brasília, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e em Pernambuco). E a palavra ganha cada vez mais projecção nas redes sociais como forma de convocação de protestos. Motivo da participação de Pilar de Freitas, por exemplo: indignação face à repressão policial que viu. “O evento foi feito em apoio a todos que são e foram violentados de forma absurda, gerada pelo preconceito, inclusive do Estado e dos empresários. Os jovens da periferia não possuem meios de lazer; e por ocuparem os espaços dos centros urbanos acabam sofrendo toda essa forma de violência. Meio de transporte colectivo em Brasília é raridade e precário.” Resumindo: não há condições para “a galera conseguir se divertir”. Bandeira: não à segregação racial e de classes.
Nas redes sociais e nos media têm sido feitas várias análises sociais. “Osshoppings foram construídos para mantê-los do lado de fora e, de repente, eles ousaram superar a margem e entrar”, escreveu a jornalista e escritora Eliane Brum. “E reivindicando algo transgressor para jovens negros e pobres, no imaginário nacional: divertir-se fora dos limites do gueto. E desejar objectos de consumo. Não geladeiras e TV de tela plana, símbolos da chamada 'classe C' ou ‘nova classe média’, parcela da população que ascendeu com a ampliação de renda no Governo Lula, mas marcas de luxo, as grandes grifes internacionais, aqueles que se pretendem exclusivas para uma elite, em geral branca.”

Salmos 23 Mineiro... só pra descontrair.


Família, filhos e drogas


Entendam que a vida não é um desenho animado, é a realidade nua e crua.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2014

Amor Virtual


A dias venho assistindo um programa na MTV que se chama CATFISH.
Neste programa é abordado assuntos relacionados a envolvimentos de pessoas virtualmente.
Vocês não podem nem imaginar o quanto as pessoas são carentes, emotivas, estranhas...
Os casos geralmente mostram uma pessoa que conhece a outra pelo computador a muito tempo. Semanas, meses e até por anos, mais que nunca a viu na câmera, nem pessoalmente e raramente alguns se falam pelo telefone e ainda assim esta pessoa está completamente apaixonada pela outra, mesmo ela sendo um (a) estranho(a).
Então dois rapazes investigam sobre o amigo virtual e na maior parte das vezes descobrem que elas estão usando nomes, rostos, identidades falsas. Mesmo assim eles entram em contato com o lado que pediu ajuda e leva os dois para se conhecerem.
É incrível quando a gente descobre o quanto o ser humano é frágil. Eles enganam e se deixam enganar a tal ponto que tudo vira uma realidade plena. E quando as máscaras caem e eles vem que era tudo mentira, diversão, aí só resta a parte ofendida curar suas feridas e seguir em frente.
Gente é legal quem puder ver o programa assistir pra ver como é triste.
Namoro virtual.... sei não.